Balanço Literário: Abril


Comecei o mês bem, li três livro em menos de duas semanas. Entretanto, eis que se aproximava a tão temida semana de provas da faculdade e então meu tempo de leitura foi reduzido ao máximo. Fiquei dias sem ler nada, empenhado nos estudos e apenas nos estudos. O que, diga-se de passagem, não adiantou muito, já que as provas que fiz até agora não foram nada boas.

Mas deixando as provas de lados vamos ao que interessa. Foram quatro livros lidos esse mês, confiram um pouco sobre eles abaixo.

"Levou um minuto até que percebesse realmente o que havia visto e até que seu cérebro, ainda atordoado por causa da ressaca e pela descrença, pudesse extrair algum sentido da imagem que estava diante dos seus olhos. O absurdo daquela situação foi o que o atingiu primeiro, e ele quase riu; mais tarde, aquilo faria com que pensasse se o ocorrido seria prova de que, como Sara dizia de tempos em tempos, ele era incapaz de mostar empatia e capaz de agir com a mais assustadora crueldade."
Comecei o mês com Um Mundo Brilhante, da autora T. Greenwood, lançado no Brasil pela Editora Novo Conceito. O livro já foi resenhado aqui no blog e vocês podem conferir a resenha clicando aqui.

Um Mundo Brilhante é um livro fácil e rápido de ser livro, o problema e que, apesar de ter diversos momentos de evolução na estória, o livro não parece evoluir, e a culpa disso recai sempre no personagem principal, Ben. Mas talvez essa seja a mensagem que o livro queria passar, que não devemos ser como Ben, que por diversas vezes é egoísta e prefere ter uma vida medíocre ao invés de lutar pelo que deseja.

“Registrar no papel o que fizemos é nossa maneira de dizermos a nós mesmo que temos um significado, que nos importamos. Que as coisas que realizamos fizeram a diferença. Não ser se uma diferença grande, mas fizemos. Registrar tudo pode ajudara sermos lembrados. E isto tem muita importância para nós. Nenhum de nós que acabar como um pilha de ossos brancos esquecidos, desconhecidos e, pior de tudo, sem ninguém saber dos riscos que corremos.”
Devido à capa e a diagramação de Amanhã, Quando a Guerra Começou, lançado pela Editora Fundamento, imaginava encontrar um livro mais infantil do que encontrei. Logo nas primeiras páginas é possível perceber que essa primeira impressão se mostra errada. Cenas fortes, guerra, dor, perda. Um início maravilhoso para uma série que promete muito.

E para quem ainda não leu pode conferir a resenha clicando aqui.

“Eu não sou Ariel Dragland. Meu nome é Julieta e passei séculos entrando e saindo do corpo de pessoas diferentes, lutando pelo amor, tentando salvar almas gêmeas de Romeu, o homem que me matou. Sim, aquela Julieta. Aquele Romeu.”
E então li Julieta Imortal, da autora Stacey Jay, lançado pela Editora Novo Conceito. A resenha pode ser vista clicando aqui.

Ao começar Julieta Imortal minhas expectativas estavam bastante altas, já tinha lido muitas resenhas positivas e isso me deixava animado, mas ao mesmo tempo receoso, com medo de me decepcionar. Mas logo em suas primeiras páginas o livro já conseguiu me conquistar. Stacey criou uma estória interessante e bem amarrada que prende o leitor da primeira a última página.

“Quero rir junto com você e dormir com você em meus braços. Porque você não é só alguém que amei no passado. Você era minha melhor amiga, a melhor parte de quem eu sou, e não consigo me imaginar desistindo disso outra vez. – Ele hesitou, buscando as palavras certas. – Eu lhe dei o melhor de mim e, depois que você foi embora, nada jamais voltou a ser o mesmo.”
E por fim, li O Melhor de Mim, do autor Nicholas Sparks. Esse, que é o primeiro livro do Nicholas lançado para Editora Arqueiro logo se tornou meu livro favorito do autor.

Demorei bastante para terminar de lê-lo devido aos motivos já citados, mas se não fosse isso imagino que a leitura tivesse sido bastante rápida, já que é um livro que flui com bastante facilidade. Não falarei muito sobre ele agora, a resenha já está programada para próxima semana, então aguardem. 

0 comentários:

Postar um comentário