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Após tantos anos, finalmente Arthur Dent encontrara a paz. Vivendo sozinho em uma praia em um planeta perdido nos confins do Universo, ele mal conseguia se lembrar do verdadeiro significado do número 42, da destruição da Terra pelos vogons e – felizmente – de que conhecera Ford Prefect e seu louco guia de viagens interplanetárias. Agora, vivia o paraíso de todo inglês típico: dias tranquilos à beira do oceano, não bebendo nada além de chá. Enquanto isso, em outro ponto da Galáxia, Ford vivia o paraíso de todo betelgeusiano típico: noites intermináveis em hotéis cinco supernovas, com massagens, festas, garotas das mais variadas espécies e não bebendo nada além de Dinamite Pangaláctica. Ah, a vida parecia estranhamente estranho é que eles não tenham desconfiado de que nada disso era real. Ao serem subitamente retirados de seus sonhos – na verdade, induções psicológicas criadas pelo Guia do Mochileiro das Galáxias, versão II –, eles são jogados de volta à Terra, junto com Trillian e Random, segundos o planeta... de novo. Resignados (ou acostumados) com aquele fim terrível, eles esperam pacientemente os raios da morte enquanto tentam aproveitar seus últimos minutos. Mas, como as probabilidades estão sempre contra os nossos heróis, Zaphod Beeblebrox surge (provando que tudo o que está ruim sempre pode piorar) e os leva para a nave Coração de Ouro. Salvos? Não exatamente. Eles ainda precisam convencer o deus Thor a se livrar do alienígena Wowbagger e, de quebra, recuperar sua glória em uma nova colônia de humanos milionários que desembolsaram muita grana para fugir da Terra. Mas essa nova sociedade já está imersa em lutas de classes e conflitos religiosos – afinal, o planeta pode ser novo, mas os problemas são antigos... É com esse enredo tresloucado e nada convencional que Eoin Colfer recupera a série O Mochileiro das Galáxias, de autoria de Douglas Adams. Com a mesma capacidade de ironizar a sociedade e o mesmo olhar crítico sobre nossos costumes e crenças, Colfer dá um novo fim para os personagens mais azarados da Borda Ocidental da Galáxia – de uma maneira que deixaria Adams orgulhoso. Situações cômicas, personagens bizarros e humor ácido dão forma a E tem outra coisa..., o esperado sexto livro da trilogia original de cinco volumes.
Finalmente comecei a ler E Tem Outra Coisa..., sexto livro da trilogia de O Mochileiro das Galáxias. Como fã da saga fiquei MEGA ansioso pelo livro e claro, com uma ponta de desconfiança, pois não sabia se Eoin Colfer iria realmente conseguir manter a qualidade vista nos livros de Douglas Adams. Mas agora que estou na pág. 145 essa desconfiança já desceu pelo ralo, Colfer soube de maneira primorosa dar continuidade a tal história. Quer saber mais?! Só na resenha!

E Tem Outra Coisa - O Mochileiro das Galáxias - Vol. 6 - Douglas Adams, Eoin Colfer

3 comentários:

Andressa Tomaz disse... [Responder Comentário]

Oi Will!
Nunca li nenhum livro da série. Falam que é bom mesmo, mas nunca tive muita vontade de conhecer e nem sei porque. Mas também não botei muita fé, principalmente nesse que você está lendo, por ser de outro autor. Ainda bem que ele soube dar continuidade!

E eu não estou lendo nada no momento. Acabei de terminar Um Homem de Sorte, que achei muito bom! E vou começar Um Estudo Em Vermelho (é, eu nunca li!) auahau

Beijos!

Caíque Fortunato disse... [Responder Comentário]

\O/

Dizem que esse livro é muito bom! Espero ansiosamente pela resenha!

Abraços
http://entrepaginasdelivros.blogspot.com/

Jonas N. disse... [Responder Comentário]

A coleção tão barata no site Submarino, depois que lançou esse daí tá ficando carinho HUAHUASUHAS pretendo ler e assistir alguma das adaptações

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